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O MÉTODO

Bottleneck-to-System. Do problema ao sistema.

Uma abordagem para encontrar o ponto onde a operação está a perder capacidade, perceber porquê e transformá-lo num sistema que a equipa consegue usar no dia a dia.

Um bottleneck de cada vez. Primeiro percebemos onde está. Depois desenhamos a solução, construímos, implementamos e acompanhamos até deixar de ser um problema.

  1. 01. Diagnóstico

    Descobrimos o problema antes de construir a solução.

    Percebemos como o trabalho acontece hoje, onde se perde mais tempo ou dinheiro, quem está envolvido e o que faz o processo depender de intervenção manual.

    • Onde se perde mais tempo?
    • Onde existe trabalho repetido?
    • Onde falta visibilidade?
    • Onde uma pessoa se tornou indispensável?

    No fim, temos uma hipótese clara sobre o bottleneck que vale a pena resolver primeiro.

  2. 02. Desenho da solução

    Desenhamos como o trabalho deve funcionar.

    Antes de construir, definimos o novo fluxo, o papel das pessoas, as ferramentas envolvidas e o que deve acontecer automaticamente.

    Assim sabemos o que estamos a construir e porquê.

  3. 03. Implementação e formação

    Construímos o sistema e colocamo-lo a trabalhar.

    Implementamos o sistema por partes, ligamos às ferramentas que já fazem sentido e trabalhamos com a equipa para o integrar na operação real.

  4. 04. Acompanhamento e melhorias

    O sistema precisa de funcionar fora do papel.

    Acompanhamos a utilização, recolhemos feedback da equipa e corrigimos aquilo que não está a funcionar como devia.

  5. 05. Otimização

    Quando um bottleneck sai, procuramos o seguinte.

    Medimos o que mudou, percebemos o próximo ponto de atrito e decidimos contigo se faz sentido avançar para outro problema.

Para quem faz sentido.

Faz sentido se:

  • A equipa passa demasiado tempo em trabalho repetido.
  • Os mesmos dados são copiados de um sítio para outro.
  • Para saber o estado do trabalho tens de perguntar.
  • A informação está espalhada por várias ferramentas.
  • Existe uma pessoa sem a qual uma parte da operação para.
  • Já tentaste resolver alguma coisa com uma nova ferramenta, mas a equipa voltou ao processo antigo.

Provavelmente não faz sentido se:

  • O negócio ainda está a descobrir o que vende e a quem.
  • O problema é demasiado pequeno para justificar um sistema.
  • Procuras apenas uma automação isolada ao preço mais baixo.
  • O processo muda constantemente e ainda não existe uma forma de trabalhar suficientemente estável para sistematizar.

Se não fizermos sentido para o problema que tens, dizemos-te no diagnóstico.

Perguntas frequentes.

Como funciona o diagnóstico de 30 minutos?
É uma conversa para perceber como o teu negócio funciona hoje, onde a operação está a perder capacidade e se existe potencial para uma solução. Não é uma apresentação comercial disfarçada.
Temos de saber exatamente qual é o problema antes de falar convosco?
Não. Basta saberes que uma parte da operação podia funcionar melhor. O objetivo do diagnóstico é ajudar a perceber onde está o problema.
O que acontece depois do diagnóstico?
Se existir fit e houver um problema que justifique intervenção, analisamos o que seria necessário construir e podemos preparar uma proposta personalizada. Se não fizer sentido avançar, dizemos-te.
Trabalham com as ferramentas que já usamos?
Sempre que fizer sentido, sim. O objetivo não é substituir ferramentas por princípio. É fazer o trabalho funcionar melhor com aquilo que já existe.
A BTS faz só a implementação?
Não. O trabalho começa na análise do problema e do processo. A implementação é apenas uma parte da solução.
Quanto da solução fica dependente de pessoas?
Depende do processo. O que queremos automatizar deve ser automatizado. O que exige contexto, responsabilidade ou julgamento deve continuar a ter intervenção humana.
A IA pode enganar-se?
Pode. Por isso não usamos IA como substituto indiscriminado da decisão humana. Definimos regras, limites e pontos de validação de acordo com o processo.
Os dados ficam seguros?
A abordagem depende do tipo de informação e das ferramentas utilizadas. Esses pontos são avaliados durante o desenho da solução e não depois da implementação.
Trabalham com qualquer empresa?
O posicionamento da BTS é horizontal, mas não significa que qualquer empresa seja um bom fit. O mais importante é existir um problema operacional concreto com impacto suficiente para justificar uma solução.
O que acontece se o problema mudar?
Um bom sistema não deve impedir uma empresa de mudar. O acompanhamento existe precisamente para ajustar o sistema quando a operação evolui.

COMEÇA PELA FASE 01

Primeiro percebemos o problema. Depois decidimos se vale a pena resolvê-lo.

O diagnóstico é uma conversa de 30 minutos para perceber como a tua operação funciona hoje, onde está o principal bottleneck e se existe fit para uma solução personalizada.

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